Segundo João Pinheiro um velho pescador da cidade se Setúbal que frequentou estes mares fora do Pais hoje vê com bons olhos que este barco com o nome de saveiro seja posto no museu da marinha .João foi ter com o presidente da câmara de Lisboa par o ajudar a levar o seu barco que foi encontrado junto à lota de Setúbal muito danificado pois era o barco que João trabalhou a vida toda por esses mares altos . João hoje com 60 anos de idade quer ver a sua obra de arte publicada no museu. Pois foi com este barco que trabalhou para alimentar a sua família percorreu esses mares muito altos até que um dia o seu barco se virou e o João nunca mais tinha sabido nada do seu barco até que um dia destes um pescador disse João vi o teu barco lá em-baixo.João ficou a pensar como é que o seu barco viera para a doca .Pensou pensou, até que chegou um velhote, que lhe chamavam mestre. Pois o João já não se lembrava que o mestre ainda era vivo. Foi esse senhor que viu o barco abandonado nas margens do rio Tejo que o mandou consertar e o encaminhou para a doca de Setúbal.João ficou muito emocionado e então resolveu pedir para porem o seu barco no museu ou então deixarem estar a onde estava que talvez viesse a ser um barco para transportar turistas para poderem ver os golfinhos do rio Sado.
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terça-feira, 28 de junho de 2011
Regresso do barco saveiro.
Segundo João Pinheiro um velho pescador da cidade se Setúbal que frequentou estes mares fora do Pais hoje vê com bons olhos que este barco com o nome de saveiro seja posto no museu da marinha .João foi ter com o presidente da câmara de Lisboa par o ajudar a levar o seu barco que foi encontrado junto à lota de Setúbal muito danificado pois era o barco que João trabalhou a vida toda por esses mares altos . João hoje com 60 anos de idade quer ver a sua obra de arte publicada no museu. Pois foi com este barco que trabalhou para alimentar a sua família percorreu esses mares muito altos até que um dia o seu barco se virou e o João nunca mais tinha sabido nada do seu barco até que um dia destes um pescador disse João vi o teu barco lá em-baixo.João ficou a pensar como é que o seu barco viera para a doca .Pensou pensou, até que chegou um velhote, que lhe chamavam mestre. Pois o João já não se lembrava que o mestre ainda era vivo. Foi esse senhor que viu o barco abandonado nas margens do rio Tejo que o mandou consertar e o encaminhou para a doca de Setúbal.João ficou muito emocionado e então resolveu pedir para porem o seu barco no museu ou então deixarem estar a onde estava que talvez viesse a ser um barco para transportar turistas para poderem ver os golfinhos do rio Sado.sexta-feira, 10 de junho de 2011
Costa marítima.
A costa marítima é o lugar onde a terra se encontra com o mar. Algumas costas são de areia, formando praias, outras são rochosas ou pedregosas. A beira-mar dá abrigo a uma grande multidão de animais e plantas. A costa muda de forma, pouco a pouco. As ondas do mar chocam constantemente com os rochedos desgastando-os lentamente e ora trazem areia doutros lugares ao estenderem-se na praia, ora a levam quando regressam ao mar, em dias de tempestade. Muitas aves marinhas vivem nos rochedos junto ao mar. O papagaio-do-mar faz ninho em buracos no topo. Os gansos-patola fazem-nos também nas saliências rochosas. A água do mar sobe na costa quando tá maré alta. É divertido brincar na praia quando o mar tá calmo. A areia é formada por rochas e conchas desgastadas pelas ondas.
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